É fato que todo mundo passa por momentos difíceis na adolescência. E é a partir dessa problemática que Sex Education, série original da Netflix, entra no catálogo com uma boa dose de humor e um toque extra de clichês repaginados. Abordando temas hiper comentados (ou nem tanto), a série traz uma forma nova de representar os problemas adolescentes e uma solução para cada um deles.

Otis Milburn é o protagonista da série. Interpretado por Asa Butterfield, o jovem magricela é o exemplo perfeito de “esquisitão”. Virgem, introvertido e só tem um único amigo. Para piorar, sua mãe, Jean, é uma famosa terapeuta sexual e uma grande responsável pela quase fobia que o jovem tem quando se trata de sexo.

Para um jovem que se sente oprimido por estar cercado de sexo o tempo todo, Otis surpreende como um ótimo ouvinte e solucionador de problemas sexuais alheios. Junto com Maeve, a descolada que finge não ser inteligente, eles montam “A clínica”. Uma espécie de escritório em qualquer lugar vago onde se possa conversar. A divisão dos lucros é meio a meio e os clientes, por mais incrível que pareça, aparecem.


E a partir disso surgem outras histórias importantíssimas de serem contadas. Como a busca incessante de Eric, melhor amigo de Otis e gay assumido, de ser notado pelos demais alunos e de se descobrir. A série também aborda as diversas formas de família, algumas buscando uma perfeição inexistente, outras buscando qualquer coisa.

Temas como aborto, masturbação, vaginismo, homofobia e compartilhamento de fotos íntimas servem como condutores da história. Além de serem uma importante informação para quem assiste. Temáticas como álcool, drogas e sexo sem prevenção, também estão no roteiro, mas de uma forma que não torna a série só “mais uma história de adolescentes problemáticos” ou mais uma repetição de estereótipos.  

Ah, e tem romance, claro! Romance, descobertas, crescimento pessoal, quebra de preconceitos e paradigmas e muito, mas muito sexo! Tudo isso faz da série uma experiência válida e perfeita. Durante os oito episódios, os personagens vão amadurecendo e é fácil se identificar com o que alguns estão vivendo. Uma coisa é clara: se você não passou por algumas das situações apresentadas em Sex Education, não se preocupe, sua hora vai chegar!

“Isso é tão Black Mirror”. A frase se tornou comum quando queremos nos referir a algo que remete ao universo futurístico da série. E quer coisa mais Black Mirror do que Bird Box? O filme se assemelha bastante com a série, e eu vou explicar o porquê. Eu juro que vai fazer sentido.

A história é contada em duas linhas de tempo diferentes: a primeira no tempo presente, enquanto Malorie tenta atravessar um grande rio levando seus filhos. A segunda no passado, há 5 anos, narrando o início dos casos de suicídio e mostrando como o apocalipse começou, com Malorie ainda grávida.

Nada de zumbis como no apocalipse da saga de Rick em The Walking Dead ou tecnologias assustadoras como em Black Mirror. Bird Bix é uma distopia em que o espectador é apresentado a um mundo onde as pessoas se suicidam ao olhar para seres que o levam a isso. O filme se assemelha à antologia da Netflix pela forma como a narrativa é construída: deixando que o público se envolva e crie as próprias teorias do que está acontecendo durante todo o desenrolar da história, para só depois ser surpreendido com o que realmente está acontecendo.


A outra semelhança se dá pelo episódio "Hated in The Nation" (o 6º da 3ª temporada) de Black Mirror, em que o mundo entra em colapso de uma forma também peculiar: através de um ataque de abelhas. O episódio também é narrado em dois momentos e a forma como os personagens fogem dos predadores é bastante parecida. Se em Bird Box os protagonistas se veem encurralados por não poderem olhar para os algozes, em Black Mirror as abelhas eletrônicas se mostram bastante espertas ao andar em bando e encurralar os alvos, fazendo com que também tenham que se esconder em locais fechados.

Embora o filme não revele o rosto das criaturas ou como começou o surto de suicídios, eu arrisco dizer que possam ser alienígenas. A aparência deles não é mostrada e apenas uma enorme ventania e sussurros precedem a sua chegada, mas, apesar disso, em uma das cenas, Gary – um cara que consegue enxergar os seres sem querer suicídio – faz diversos desenhos muito parecidos com o que conhecemos como extraterrestres.


Algumas críticas ao filme são feitas por não revelar essa aparência, mas talvez a intenção seja justamente essa: deixar que cada um crie suas hipóteses. Caso houvessem mostrado uma aparência, isso facilitaria algumas teorias e também descartaria outras. Apesar de ainda não haver sequência confirmada para descobrirmos a real aparência dos monstros, o livro que deu origem ao filme confirma a teoria dos aliens. Nele, a terra é invadida por extraterrestres que querem controlar os seres humanos. Se vamos ter uma sequência ou não, ainda não se pode saber, mas por enquanto, uma coisa é fato: isso é tão Black Mirror!

O BBB19 começou e como a gente bem sabem, toda ediçaõ tem aqueles participantes que levam o program nas costas, mas que infelizmente não ganham o prêmio. São eles que dão alma ao reality, vida ao jogo e proporcionam uma narrativa interessante de assistir. Pensando nisso, o Boteco decidiu listar os 5 maiores ícones injustiçados, seja porque foram eliminados em um paredão injusto ou seja porque não foram compreendidos pelo público como mereciam. Dá uma olhada!




Ahh, os anos 2000! Época de calças cintura baixa, computadores do tamanho de um baú e dos celulares de abre-fecha! Como em Mean Girls, os filmes ficaram marcados por essas características peculiares de moda e principalmente de tecnologia. Mas se engana quem pensa que só de Meninas Malvadas e High School Musical vivem os filmes teens dos anos 2000. Pensando nisso, o canal separou 5 dicas de pérolas escondidas e ícones injustiçados da época!



Apesar da boa audiência, A Fazenda 10 é considerada um flop por boa parte do público assíduo de reality shows. Com barraco a e baixaria  elementos que são marca do programa —, a edição conseguiu grande repercussão nas redes sociais e também um aumento nos digítos da Record, que desde a 6ª edição do reality não via números tão altos.

Embora tenha gerado rebuliço na internet  seja para falar bem ou mal  e nos números da emissora, a edição acabou pecando ao apostar apenas em barraco e situações forjadas, numa narrativa delusional de perseguição sobre uma participante fato comprovado por quem acompanhava o Playplus —. Pensando nisso, o Boteco das Séries — em um primeiro vídeo para o canal do blog —  listou os motivos que levaram o programa ao top de edições que merecem ser esquecidas e enterradas! Mas, afinal, por que A Fazenda 10 flopou?